quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Capitulo 9: Truly, Madly, Deeply :D

- Fala primo, chega mais. Até parece que não viu agente aqui.
- Não acredito que são eles. Julia vamos embora - para que meu pensamento foi igual o de Juan.
- Não dá mais, ele já nos viram. Já passamos vergonha, agora vamos até o fim. Vai poe um sorriso no seu rosto, pois ele é lindo.
- Tem certeza? Obrigado, você é uma linda e fofa mesmo.
- Tenho sim gato.

Chegamos na mesa e os primos do Juan falaram:

- Juan essa é a sua namorada?
- Sim é sim - disse Juan.
- Prazer, Afonso.
- Essa é a Julia, minha namorada.
 - Prazer - eu estava com muita vergonha.
- Juan sua namorada é muito gata. Não tem mais dessas para me apresentar. Prazer sou Diego.
- HAHA' Engraçadinho - falou a esposa dele, que não ficou nada bem com a minha chegada.
- Muito obrigado. No Brasil tem mais, em quase todo lugar - falei me sentando, Juan se sentou ao meu lado, é claro.
- Sabia que no Brasil tinha mulheres lindas, mais não sabia que era tão lindas assim - Esse Diego é muito chato, meu Deus.
- Já chega né Diego. Já pediram o que vão comer? - Juan não estava gostando de estar ali, só dava patadas. Foi assim o resto da noite. 

Na hora em que íamos embora, Diego havia bebido muito, tentou me agarrar, para me beijar. Juan puxou ele e deu um soco na cara dele, fazendo Diego cair no chão. Todos ficaram assustados.

- Julia você tá bem?
- Sim. Vamos embora.
- Vamos sim. Não aguento mais olhar para cara desses porcos.
- Tá xingando quem de porco seu moleque? Aposto que nem sua namorada ela é. Seu viadinho.
- Ah ´seu otário, vem cá que ...
- Já chega Juan, vem cá - beijei Juan e os outros ficaram olhando espantados.
- Julia - ele sussurrou.
- Vamos embora amor esses porcos não merecem nem mais uma palavra nossa.

Peguei a mão dele, e saímos andando. Juan estava meio assustado com o que eu fiz, sei lá. Chegamos no carro e tinha um bilhete:

' Mesmo saindo com essa gostosa, não deixa de ser o viadinho da família. '

Juan estava muito nervoso, mas queria tirar a prova mesmo, provar para mim que ele não é gay. Entramos no carro, liguei o radio e fiquei puxando assuntos avulsos para tentar acalma-lo. Chegamos no prédio, ele guardou o carro, e subimos.

- Ju muito obrigado, nem sei como te agradecer. E desculpa pelo aconteceu.
- Não precisa agradecer, nem desculpar gato - destranquei a minha porta.
- Mesmo assim obrigado e desculpa. Agora vou indo, estou meio cansado, rs. Boa noite Ju.
- Ok. Boa noite gato - ele entrou e fechou a porta. 5 segundo eu bati na porta e ele abriu.
- Oi, esta tudo bem? - olhou com uma cara preocupada.
- Esqueci uma coisa -


puxei ele e dei um selinho, e logo pedi passagem para minha língua, que foi cedida, o beijo estava ficando quente, a mão dele que antes estava na minha cintura, foi para por baixo do meu vestido, ainda bem que os vizinhos não resolveram sair aquela hora.
- Ju? - falou quando eu parei o beijo, por causa do maldito ar. Ele estava confuso.
- Não sei da onde que tiraram que você é gay. Tenho que ir. Boa noite gato.
- Boa noite - disse ele meio paralisado enquanto eu trancava minha porta.

Gay? Como pude pensar isso? Que pegada é aquela, meu Deus.
Quando chego na sala, me espanto com o que eu vejo, não acredito nisso.

[ ... ]

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